quinta-feira, novembro 29, 2007

PERDER...

Porque a morte é assim... não se contenta em te destruir pela metade, tem que ser inteiro... Faleceu hoje pela manhã a mãe da nossa querida B1 do Kami Kami. Sim, esta mesma que perdeu o pai há 2 meses atrás. Querida, o que podemos dizer além de tudo que já dissemos? Só nos resta agora te estender os braços e te abrigar para sempre em nosso terno abraço.

15 comentários:

Zitcha disse...

puxa.
eu, como tb perdi o pai há pouco, imagino a dor q tá rolando.
desejo de coração q isso passe logo. fique bem, B1.
Um abraço.

disse...

Puxa...

=(

Pucci disse...

Tbm perdi meu pai tem 3 meses ... =(

espero que vc fique bem moça do Kami Kami ...

=/

Comentarista Abalizado disse...

Os mais sinceros sentimentos do FRASESDEIMPACTO.
Deve ser uma dor indescritível... das que temo só ao imaginar.

Cruela disse...

como assim...

este ano Deus varreu os pais de nossas vidas???

mas parece que eu perdi primeiro né??

Prata disse...

Um abraço dos mais fortes dos meus, menina B1.
Não consegui voltar pra BH hoje, mas meus pensamentos estão em você.
Cruela: este é o ano da debandada dos pais, só pode...

Anônimo disse...

inútil dormir a dor não passa .... acreditem sempre no pra lá de lá pessoas queridas. um forte abraço

Junia

Marie disse...

putz..
no comments!

Anna Flávia disse...

Força pra ela. Essa dor que parece sufocar, passa. A saudade é que é pra sempre.

Rogério Felício disse...

Meus sentimentos... :(*****

Cruela disse...

verdade Junia, não passa nunca.

Mandy disse...

Um grande e forte abraço B1 que Deus te conforte.
Sinto muito mesmo.

Cruela disse...

muito obrigada...

nessas horas um abraço é a melhor coisa do mundo.

Gu do Angu disse...

Ei, B1,

A Ana também perdeu o pai no ano passado... Foi uma barra pesada...

Deixa esse rio chamado tempo de lavar, agora, e aumenta a correnteza à vontade, viu?

"A morte é como o umbigo: o quanto nela existe é a sua cicatriz, a lembrança de uma anterior existência" (Mia Couto, 'Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra').

prata disse...

Ontem morreu mais um pai de amiga. Já é o sexto neste ano. Debandada...
Lá fui eu, ao mesmo cemitério onde deixei o meu (e ele a mim) há quase quatro anos atrás.
Voltei inundada de lembranças, trazendo gravada nos olhos a imagem de tudo o que continua lá... O mesmo velório, a cor (e cheiro) das mesmas flores, o mesmo chão que hoje abriga mais um pai.
Debandada!
... como que a nos empurrar. Pra onde, meu Deus?, se tudo o que a gente queria é poder olhar mais uma vez naqueles olhos, mais uma vez poder servir de colo pra todos aqueles anos de amor...
Fazendo coro à Junia, "(...)a dor não passa".