terça-feira, maio 11, 2010

ÚLTIMO CAPÍTULO - VIVER A VIDA

Vazou o último capítulo de VIVER A VIDA.... e nossa "membra" infiltrada na alta cópula da Globo vai nos enviar hoje a noite.

Ou seja, amanhã a gente conta para vocêstá?

Fiquem atentos

12 comentários:

Thiago da Hora Souza disse...

Mas... o que poderia ter de surpreendente no final de uma novela? É sempre tudo igual. A mocinha casa com o mocinho bonito, os vilões morrem/são presos/ficam pobres e todo o núcleo pobre fica feliz.

Anônimo disse...

5 novelas por dia!.. e todas são sempre iguais!.. a globo tinha mais é que mudar, variar sua programação!

Anônimo disse...

A novela toda foi uma porcaria! Ainda salvo umas querentonas que fizeram minha alegria! :) Deviam ter feito a Bárbara Paz ter um rolo com a irmã da (Luciene, Lucileide...) ? Renatinha tinha tudo pra um papel gay!

Anônimo disse...

"Eu não faço o jantar, eu faço reserva", disse Catherine Zeta-Jones
(amei!!!!!!!!!! gente chique é outra coisa) aproveitei esse post para deixar essa dica da linda e po-de-ro-sa Mr. Jones para o próximo "Calcinhas na Cozinha", blz?

Cor de Rosa e Carvão disse...

seus farsus, tão loucos pra saber o que vai rolar na final. conta Cruela, pode contar que a gente presta atenção e depois comenta.

Camila disse...

Infiltrada?! rs


só vcs...


beijos daqui...

Monica Santos disse...

Ohh novelinha sem criatividade..
O melhor seria se a Luciana voltasse a andar no final..rs

Anônimo disse...

Etâ mulherada de línguas ferinas e afiadas....rsrsr...todas falam, escrevem...engraçado: todas assistem??? não têem Tv a cabo não???

Sapa.sa disse...

Nem precisamos saber o final...já sabemos tudinho que vai acontecer...bobagem.

Cinde e Sissa disse...

Só vc mesmo....

Cruela Veneno da Silva disse...

Então.

recebi o último capítulo, mas não tem nenhuma supresa.

então... é isso aé e que venha PASSIONE

Anônimo disse...

To be a noble human being is to from a philanthropic of openness to the world, an cleverness to trust aleatory things beyond your own control, that can front you to be shattered in unequivocally extreme circumstances for which you were not to blame. That says something very weighty about the prerequisite of the righteous compulsion: that it is based on a trust in the fitful and on a willingness to be exposed; it's based on being more like a weed than like a prize, something kind of dainty, but whose very special beauty is inseparable from that fragility.