segunda-feira, janeiro 24, 2011

SE BBBer NÃO DIRIJA!!!

E agora, somente agora o BBB começa de fato a me pegar... no início é sempre aquelas velhas histórias de amor eterno, juntos venceremos e todo tipo de slogan usados por escoteiros.

De cara, ao ver a fuça dos participantes achei que seria uma super edição... não por estar cheio de "viado e sapatão", por que essa história já cansou, mas por ter uma transexual... isso mesmo, uma operada, uma pessoa que cirurgicamente readequou o seu sexo... que finalmente "tem entre as penas o que tem entre as orelhas" .

Porém a Ariadna, pobre Ariadna, não conseguiu o equilíbrio perfeito, por que sim, ser transexual requer um equilibrio perfeito, tudo tem que coordenar: corpo, cérebro, sociedade e edição... Talvez tenha lhe faltado coragem, conhecimento, oportunidade... Crescer em um corpo errado encabeça qualquer lista das grandes dificuldades. Quando se é pobre então... aff! O que o Brasil não conseguiu ver é que a Ariadna, que talvez tenha nascido João, Rafael, Teobaldo... precisou ser muito homem para poder ser essa grande mulher. E não, ela não é um traveco... é uma mulher e o RG está lá na bolsa (que bem merecia ser uma LV) para provar.

Se alguém me perguntasse se a Ariadna seria a minha favorita a resposta seria NÃO SEI, mas com certeza não seria a minha primeira eliminada.

Voltando aos outros, perceberam que esta é a edição dos amigos dos EX-BBBs? Todo mundo conhece todo mundo...Igor é amigo do ex-BBB Leo Jancu / Paula é amiga da ex-BBB Elenita / Rodrigão é amigo do ex-BBB Elieser / Michelly é amiga da ex-bbb Lia / Maria é amiga da ex-BBB jacque não sei das quantas... visto daqui, acho que só o Daniel enviou um vídeo de inscrição.


Então é isso, no dia 11/01/11 - uma data quase cabalística o Brasil começou a conhecer o seu novo milionário e o @boninho a cagar nas edições e no vai-e-vem das regras sem regras.


ps. depois volto tá? e se BBBer não dirija

7 comentários:

Gi @ambulatoriotv disse...

o desespero de bonifácio já é tanto, que até a casa de vidro voltará .. vamos ver no que vai dar né !!

bjão

Cames disse...

Sei lá, me deu preguiça...

Miss X disse...

Eu já tenho meu grupo de eliminados prévios: Jaqueline feliz, Diogo, Smeagal (não lembro o nome dele agora) e Cristiano metido a fodão. De cara já garrei ódio nesses daí...

Anônimo disse...

Olha, não consigo assistir isso, minha gente...não tenho motivação, sentido em assistir um bando de gente querendo aparecer sem fazer nada de útil, só futricas, e ainda dirigido pelo senhor diretor. É uma vida real fingida, sem autenticidades.

Silvia

Escaminha disse...

ainda bem que eu tenho videogame viu...

Camila disse...

Puxa.. Perdi a oportunidade de participar, uma vez que sou amiga de ex-BBB... puxa vida... snif, snif...

o grande timoneiro disse...

Uma das coisas mais estranhas com que me deparo nos tempos que correm é a constatação de inversões radicais de conceitos que pareciam sólidos. O trocadilho “evasão de privacidade” é muito significativo: no passado as pessoas se ofendiam com a invasão de sua privacidade, com a intromissão alheia em sua intimidade. Hoje elas se ofendem se não o fizerem.
O big brother original do clássico romance distópico 1984, de George Orwell, era um monstro de opressão individual e controle social; hoje é objeto dos sonhos das massas.
O conceito de “reality show” exprime bem essa situação. Ninguém espere que eu vá criticar os programas televisivos com esse formato; mal tenho uma idéia do que se trata. Mas como diz o caboclo do sertão de Minas: “não sei de nada, mas desconfio de muita coisa”. A indústria da futilidade e do ridículo, traduzida pelas estripulias das celebridades, de que vivem as TVs, filmes, revistas, jornais e coisas assim, não pode prescindir de certa “massa crítica” das tais celebridades que antes surgiam de geração espontânea de sua própria atividade midiática. Os “artistas” das novelas, cantores, modelos e atrizes apareciam naturalmente, e sua vida, com escândalos produzidos sob medida, servia de alimento para o indigente imaginário de um proletariado urbano cada vez mais condicionado e embrutecido. Mas a partir de um certo ponto parece que a produção “natural” de tais celebridades já não era suficiente para alimentar a demanda crescente.
Os “reality shows” então meio que surgiram como uma usina de famosos, uma indústria de personalidades com as quais as massas podem se identificar e sonhar. E podem mesmo se tornar uma delas, imaginam. Um ovo de Colombo.
E para ficar no mundo da cultura pop televisiva, desconfio que isso tambem explique a recente popularidade dos filmes de zumbis, mortos vivos que vagam por corredores de shoppings centers, batendo a cabeça nos vidros das lojas, e cambaleando a procura de cérebros para devorar. Muito esquisito... muito esquisito esses tempos modernos.